Renato Sant´ana | Todas as cores do mundo e algumas que não posso contar
De04/09/2014 a 11/10/2014 
                                                         

Pintura sem suporte

 

Meus experimentos nasceram da observação do gotejamento de tinta acrílica nos pincéis sobre bandejas de pintura. No começo havia o caos com algumas formas aleatórias sugerindo padrões fractais sem muito controle ou definição formal. A ideia de aproveitar as estruturas que emergiam dali e direcioná-las na execução de algo que me desse maior controle da situação foi a origem de uma série de experimentos.

 

O método empregado por mim foi: em uma superfície lisa e polida é injetada (por meio de uma seringa desenvolvida para esse fim) tinta acrílica diluída e em razão das propriedades de densidade, pressão, miscibilidade, viscosidade e fluidez da tinta ocorre uma “divisão espacial”. 

João Machado | Natureza Inquieta
De 16/05/2014 a  21/06/2014                                                                                                                    

A Tramas Galeria de Arte  (Rio  de  Janeiro)  em  parceria  com  a  Galerie  Rauchfeld  (Paris)  tem o  orgulho  de  apresentar  em  dois  continentes,  a exposição  itinerante  Natureza  Inquieta  do   artista  carioca João  Machado.

 

A  proposta  por  trás dessa dupla  curadoria  é  aproximar  esses  dois  pólos,  onde  o artista  reside  e  trabalha,  e  de  traçar  um paralelo conceitual  para  as  questões de território  e identidade  presentes em  sua  serie  de  colagens  feitas  a  partir  de  mapas  geográficos.

 

Aluga-se Pagou-Levou
De 18/12/2014 a 17/01/2015                                                                                                                    

“Aluga-se” – a frase é um exemplo clássico de sujeito indeterminado quando se estuda gramática. Essa indefinição de autoria dá o tom da exposição “Aluga-se in Rio”. Embora os trabalhos que estejam expostos em sejam bastante singulares e possamos identificar neles diversas autorias, eles estão unidos por um nome que os despersonaliza, que privilegia o conjunto, em detrimento do particular. Nessa exposição, a autoria coletiva e individual entram em disputa, rivalizam, alternamse. Ora somos tentados a ver os trabalhos separadamente, ora observamos a ação de um grupo coeso – e o grupo, nesse caso, é maior do que a soma de seus elementos, pois os trabalhos juntos, assim dispostos, constituem um outro discurso, mais amplo, direcionado ao circuito da arte.

 

 

 

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