Denis Cosac | Preto no Branco
De15/03/2013 a 20/04/2013  
                                                         

Há algo veloz e intransigente, sutil e complexo nos desenhos de Denis Cosac. Suas representações são silenciosas mas nunca disciplinadas, há uma relativa ambiguidade entre um traço ligeiro e persistente e a ideia de paisagem, e é nessa apreensão que percebemos a qualidade da sua obra, ou seja, sua principal vocação ao ser fabricada é dirigir o olhar e percepção justamente para o que ocorre no mundo.

 

É curioso como o artista opera uma ressignificação do desenho, o quanto, em determinado por exemplo, essa técnica pode vir a invadir a pintura, formando uma relação harmônica. Hoje o desenho possui uma autonomia que lhe dá o mesmo estatuto da pintura, gravura, instalação, performance, fotografia ou vídeo
 

Henrique Pontual | NUDE
De 07/06/2013 a 13/08/2013                                                                                                                    

A reinvenção do corpo num poético teatro de sombras

 

Nesta exposição, Henrique Pontual faz da fotografia uma autêntica expressão de arte contemporânea. Isto porque não é exatamente foto-grafia o que ele oferece aos olhos do público. Conforme as raízes etimológicas gregas da palavra, fotografia significa “escrita com a luz”. Entretanto, por causa da técnica experimental que utiliza, Henrique pratica muito mais o que se poderia chamar de esquiagrafia, ou seja, “uma escrita com sombra”.

   

Ele desenvolveu uma técnica pessoal de produção de imagens, que implica propositalmente numa poética do acaso, em experimentos que fazem aflorar a beleza do imprevisto. 

José Tannuri | Urbanico
De 11/10/2013 a 26/10/2013                                                                                                                    

“Urbanico” talvez seja, a junção de duas palavras: urbanos + nanicos=urbanos somos nós, e nanico é o espírito humano.

 

Pensar as cidades para apontar o caos que é viver num complicado emaranhado de deficiências, onde tudo e todos funcionam precariamente, é uma questão central desses trabalhos mais recentes da série Urbanicos que fiz em 2013 para esta exposição na galeria Tramas.

 

A mobilidade urbana, a mudança de paisagem para um paisagismo árido, a poluição visual e sonora, a qualidade do ar, a arquitetura medíocre e, principalmente, a qualidade de vida aparecem de forma contundente e literal desde a escolha dos materiais, as cores, os objetos e os suportes que escolhi para trabalhar.

 

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